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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Chamado ou Aptidão?


Às vezes, aliás, quase sempre eu busco avaliar se o que estou fazendo está me levando para perto do propósito de Deus pra minha vida, ou está apenas me levando pra onde eu quero estar.
Muitas vezes pensamos que se temos aptidão natural para algo temos que exercer isto, mas creio que vai bem, além disso, acredito que fazer algo bem não basta para que realmente venhamos  a fazer isso. É claro que muitas vezes nossas aptidões devem se voltadas para edificação no corpo, mas talvez haja coisas que deixamos de aprimorar por gastar tempo demais fazendo ou exercendo aquilo que nós julgamos ser importante fazer, cantar bem não me traz a obrigação de ser do grupo de louvor, dançar bem não basta para que eu entre na adoração com danças... e além disso Deus curte o desafio de te usar onde talvez aos olhos humanos você pareça incapaz de fazer, pois esses milagres manifestam a glória e o poder  de Deus, ele usou Moisés que alegava não saber se quer falar para libertar um povo todo, usou Paulo que pregou para aqueles que antes perseguia, usou João que comia insetos e com certeza não estava na moda da época para anunciar a vinda daquele que dividiu a história... Então creio que aptidões naturais são bacanas, mas o propósito de Deus nem sempre será usar só suas aptidões, Ele é bem maior que elas.
Estava lendo o livro "Muitos líderes, pouca liderança"  do Dr. John W. Stanko, nesse livro ele dedica um capitulo em que aborda o que devemos parar de fazer, ele diz que nos tornamos extremamente ativistas e deixamos de investir nosso tempo no que realmente deveríamos fazer para nos ocupar com mais e mais atividades, atividades que muitas vezes são banais, mas que achamos estar sendo útil, quando na verdade elas só nos afastam de fazer aquilo que realmente importa fazer.



É chegada à hora de pararmos de colocar nossas aptidões na frente de nosso real chamado.

Amém? Ou não amém?

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

as vezes no silêncio da vida...


Já pensei que distância fosse algo geográfico, em que a distância física impedisse pessoas de poder se olhar e estar junto, mas hoje tenho uma outra perspectiva de distância, conheci um modelo novo de distância, descobri que é possível estar ao lado de alguém e se sentir longe, vi que é possível olhar alguém a menos de um metro de mim e sentir que ela está do outro lado do mundo, e o que me incomoda é que não sei quando essa distância nasceu e nem o que faço para estreitá-la. Fico me questionando o que fiz de errado ou de muito certo para que isso viesse a acontecer?
Perguntas e mais perguntas, que há algum tempo não tenho resposta, mas como Deus é irônico e oportunista (com todo respeito viu Todo Poderoso), mas é impressionante como essas questões que não tenho respostas de imediato me ensinam a estar sensível a voz de Deus. O apostolo Paulo dizia que quando fraco era forte pois a graça de Deus o bastava, e eu digo hoje “ pois quando confusa é que entendo o que Deus quer me dizer pois a revelação Dele me basta”... Deus ensina no silêncio!