A arte da convivência... por que tê-la? Como sabê-la?
Tenho aprendido
muito com algumas pessoas, e acabo concordando com a frase de João Calvino que diz que “...não há ninguém tão pobre que
não possa compartilhar conosco algo de valor”
Realmente todos de uma
forma ou de outra nos acrescentam alguma coisa, e é interessante me ver fugindo
dessa convivência mesmo acreditando na frase acima, tenho uma predisposição de
fugir, evitar o que deveria ser almejado, me esconder quando deveria estar em
evidência... enfim comunhão é uma luta pra mim. No entanto entendo que há um
propósito nela e sei que me apartar não é a atitude a ser tomada, então estou
me esforçando, seria hipócrita se dissesse hoje que tenho um amor igual por
todas as pessoas, pois há pessoas que são fáceis de amar e outras que ufa, é
uma verdadeira vitória quando consigo amá-las, mas paro, penso e reflito: “
Será que foi tão fácil para Jesus se entregar por todos? – Será que se Ele
tivesse essa linha de pensamento que eu tenho Ele teria cumprido a sua missão,
foi aí que tive uma resposta que veio como um cruzado de direita em mim...
Resposta: “ Quando entendemos nossa missão por mais que não nos seja agradável,
a cumprimos por obediência.
Se for para estar mais perto de onde eu devo estar, então sigo em
frente, mesmo que seja por obediência, o querer já é meio caminho andado,
quando a motivação é correta, afinal a minha disposição é maior que minha predisposição.
“Você tem agora quanto realmente quer ter. Todo homem acha-se tão perto de Deus quanto deseja achar-se; é tão santo e cheio do Espírito quanto deseja estar”.
A. W. Tozer.