Tava eu aqui em um momento reflexivo lendo o pão diário, que diga de passagem não curto muito ler mais, mas o texto de hoje fazia um paralelo entre o caju e o casamento que chamou , explico o porquê:
Segundo o texto um homem ao contemplar o nascimento de um caju, notou que o fruto nasce da seguinte forma: a primeira coisa que nasce é a noz do caju que na verdade é uma semente, que cresce primeiramente no cajueiro, e esta noz produz o pseudofruto, que é a parte macia do caju. Fazendo um paralelo, no casamento acontece à mesma coisa, o casal se torna um, o que se assemelha a noz, e após se chegar a uma unidade, o casamento produz seus frutos, suas bênçãos.
O problema é que todos querem usufruir da parte macia, do fruto, mas o que dá origem a isso é a unidade da castanha fixada no cajueiro, é preciso se pagar um preço de renúncia, doação, convicção e fidelidade.
Você pode estar aí achando que é pretensão minha, uma solteira, falar sobre casamento, mas o apostolo Paulo também era solteiro e instruía igrejas inteiras em relação ao matrimonio, e também não estou ensinando ninguém, estou apenas dividindo algo que achei interessante.
Obs: ainda não acompanhei pessoalmente o processo de frutificação do cajueiro.