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segunda-feira, 11 de março de 2013

...o bem que quero?

Não sei se sou só eu, mas passo cada segundo do meu dia barrando pensamentos, palavras e atos que não reflitam o que fui criada pra refletir. Às vezes me preocupo com os tipos de pensamentos que guardo cativo, aqueles atos que poucos conhecem, mas que eu e Deus sabemos plenamente. Há pecados que largamos facilmente, e que hoje nos causam uma aversão sem igual, mas e aqueles que ainda não criamos repulsa, aqueles que lutamos diariamente, nossos gigantes, o que fazemos com eles? O Espírito Santo me alerta, me confronta, me dá o escape, e mesmo assim sigo um caminho que sei que não devo trilhar



Que o mundo já é do maligno (1 Jo 5:19), todos nós sabemos, que a o ser humano é caído também já sei. O que me preocupa mesmo é que tipo de mundo está sendo mantido dentro de mim.
Venho entendendo que a única coisa a ser feita é jogá-los fora diariamente, a cada pensamento, estimulo, pois na luta contra o pecado, basta piscar para cair.

Acredito que o amadurecimento nos ensina a lidar com esses gigantes, pois quando conhecemos e entendemos o tamanho de Deus vemos o que era gigante se transformar em pigmeu. Então começo a entender P. Washer quando ele diz que um dos nossos grandes problemas é não conhecer verdadeiramente a Deus, então creio que esses pecados que muitas vezes me põem correntes, são meros frutos da minha falta de conhecimento de Deus, e se o grande atributo a ser copiado é a santidade de Deus, só tenho uma coisa a pedir:
“Deus permita que te conheça em sua plenitude, não de forma superficial, mas com toda a largura e profundidade que se mostre a mim, não quero fugir, quero permanecer fiel e firmada e que todos os meus pecados daqui em diante venham a ser inconscientes”.
CHEGA!!! É TEMPO DE AMADURECER, me despeço deixando este trecho da carta aos romanos, que está falando muuuuuito comigo:

Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo.
Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.
Assim, encontro esta lei que atua em mim: Quando quero fazer o bem, o mal está junto a mim.
Pois, no íntimo do meu ser tenho prazer na lei de Deus;
mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da lei do pecado que atua em meus membros.
Miserável homem eu que sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte?
Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor! De modo que, com a mente, eu próprio sou escravo da lei de Deus; mas, com a carne, da lei do pecado. 
Romanos 7:18-25

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